Gotinhas delicadas em poças calmas são uma versão. Muitas gotas transformadas em poções tumultuados também. Tudo-junto-e-misturado, lembrando que somos só uma pequena parte... micro peça no maxi mecanismo...
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Enquanto o amor não vem
«(...) é absolutamente essencial para nossa sobrevivência e evolução que olhemos para nós mesmos, para as coisas que fazemos e para as razões por que as fazemos, todos os dias. Até que sejamos capazes e estejamo dispostos a fazer isso, o completo e verdadeiro significado do amor continuará nos escapando.
Se estamos nos sentindo confusos, pode ser que estejamos precisando de uma injeção de verdade. Fracasso em contar, resistência em escutar e inabilidade para reconhecer a verdade causam grande confusão mental e emocional. Com muita frequência omitimos a verdade nos relacionamentos amorosos por medo de magoar outras pessoas ou de revelar demais a nosso respeito. Algumas vezes acreditamos na inconveniência da nossa verdade. É errado se sentir assim. É errado dizer isso ou aquilo. Nenhuma verdade está errada. Se é verdade para você, se é a expressão perfeita do que está sentindo, não é errado. Pode ser que a sua verdade, baseada na sua experiência, esteja um pouco fora de foco. Pode ser que você tenha que fazer uma regulagem, mas mesmo assim isso não a torna errada. A verdade sempre é o que é. O amor, filho mais velho da verdade, nos permite reconhecer , aceitar e expressar nossa verdade sem medo. Também nos permite escutar a verdade de outra pessoas sem nos sentirmos devastados (...)
(...) É somente a partir da disposição para falar a verdade e saber a verdade que podemos construir um relacionamento amoroso firme e duradouro com nós mesmos e com os outros. Qualquer coisa diferente disso não é amor. É medo.»
Texto extraido do livro 'Enquanto o amor não vem', de Iyanla Vanzant (pags 90 e 91).
Honro todas as verdades, e me comprometo com as minhas... 'Vocªe só se sentirá mais forte se tiver fé em si mesmo. Reuna forças e verifique se já estabeleceu seus limites pessoais de forma apropriada. Procure criar o mundo do qual você gostaria de fazer parte, pois nesse momento você está protegido.»
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quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Atributos da bruxa...
«Os atributos da bruxa são as características pelas quais a anciã se destaca (como mulher ou como arquétipo):
1 - As bruxas não se queixam. Aceitam que o que foi, foi e não pode ser mudado e o que interessa é daqui para frente. Não quer dizer que não expressem dor, mas não se lamentam, não se veem nem agem como vítimas.
2 - As bruxas são atrevidas, tem coragem de experimentar o novo, a buscar o não vivido, o não conhecido.
3 - As bruxas têm mão para as plantas, concreta e metaforicamente. “Plantam, regam e acompanham o crescimento” de plantas, pessoas, projetos...
4 - As bruxas confiam nos pressentimentos, em sua intuição, honram sua sabedoria interna.
5 - As bruxas meditam à sua maneira, cultivam um centro interno de silêncio e escuta, de prece e reconexão com o Sagrado.
6 - As bruxas defendem com firmeza o que mais lhes importa, descobrem sua voz e tendem a tornar-se mais rebeldes e radicais com tudo que consideram errado no mundo.
7 - As bruxas decidem o seu caminho com o coração, mesmo que esse caminho seja difícil.
8 - As bruxas dizem a verdade com compaixão, mas dizem sempre a verdade, porque sabem que só a verdade cura e liberta.
9 - As bruxas ouvem o seu corpo, não o veem como um objeto a ser aperfeiçoado, mas como um instrumento de prazer e auto conhecimento.
10 - As bruxas improvisam, agem com espontaneidade, fluem com a vida.
11 - As bruxas não imploram, não fazem NADA com a finalidade de serem aceitas.
12 - As bruxas riem juntas, riem de si e com isso nutrem um profundo senso de irmandade, porque é um riso que expressa o triunfo do espírito e da alma sobre aquilo que poderia tê-las destruído ou as convertido em mulheres amargas .
13 - As bruxas saboreiam o positivo da vida, sabem ter gratidão pela beleza da vida, mesmo que mesclada de sofrimentos.
Bolen, analista junguiana americana, fala que é a primeira vez na história, que as mulheres chegam na idade do início do envelhecimento, desfrutando oportunidades sociais, culturais e económicas como nenhuma outra geração de mulheres teve antes. Isso nos permite “redefinir”o que é uma mulher mais madura ou velha por nós mesmas. Uma definição diferente da feita pela cultura patriarcal que sempre menosprezou as mulheres mais velhas e que, no fundo também as temeu.»
Jean Shinoda Bolem
Brincando
Já contei que eu trabalhei em um centro espírita um zilhão de anos atrás?
Foi assim que eu comecei meu treino com manipulação energética... eu participava do que se chamava de um grupo de ponta, o que quer dizer que tínhamos um treinamento bem duro para aprender a mexer com energia... E que fazíamos coisas que outras casas espíritas fazem agora mas não faziam naquele tempo... Fomos até expulsos do Centro Espírita Catarinense por 'inovar' demais... saíamos das regras estabelecidas (minha cara isso, né.... risos). Tive sempre muita sorte com as pessoas que topo pelo meu caminho...
Eu era a mascote do grupo, adolescente ainda (e depois jovem adulta) enquanto o resto do pessoal que o compunha já era casado, muitos com filhos. Neste grupo era regra da casa que os membros que já fossem chegando e que não estivessem escalados para o trabalho com o público, sentassem nas laterais do salão e mantivessem a energia com alta vibração, doando e transmutando.
Uma cena bem bacana aconteceu nessa lida...
Era hábito meu trabalhar as energias fazendo brincadeiras... Visualizava um bloco de luz saindo do topo da minha cabeça e circulando pela sala de uma forma descontraida. Um dia em que eu estava especialmente feliz, sentei num cantinho na frente e imaginei as luzes saindo como se fossem fogos de artifício... fazendo cascatas e com as luzes caindo sobre as pessoas da plateia que esperavam os trabalhos começarem... Fazia isso de olhos fechados...
Foi quando escutei um riso de criança... Abri os olhos, continuando a fazer os exercícios energéticos, minha priminha Maria Fernanda estava na minha frente, aplaudindo, olhando para cima (para o 'nada'), apontando e soltando gritinhos e gargalhadas. Maria é filha de uma outra prima que começou a carreira de mãe cedo e devia ter então uns 2 ou 3 anos, e tinha sido levada pela avó para receber um passe. Passei a mandar energia para lugares específicos então, e ela acompanhava com os olhos, super entretida... Foi o máximo! Foi uma das primeiras vezes que tive uma comprovação da existência real da energia...
Depois disso já tive várias outras comprovações, mas ainda acho muito bacana! E não paro de me surpreender com os efeitos que 'só' mexer com a energia corporal traz...
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quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Traição: verdade ou ficção?
Resolvi sentar esses dias e pensar profundamente sobre esse tema...
Pra começar, esse é um termo usado tanto para infidelidade quanto para deslealdade, certo? (E qual dos dois você pensou primeiro?)
Eu achava que eu era uma mulher segura, resolvida, que não prestava muita atenção nesses atos, que não me afetava... Costumava pensar que se a pessoa trai, é muito mais um problema dela do que meu. E que ficar obcecado com traição e se roer de ciumes era perda de tempo.
Continuo não me vendo como uma mulher insegura, possessiva e ciumenta. Gosto de atenção e carinho, mas não preciso ser o centro da vida de quem está comigo. Não preciso ter 100% da respiração dele, do interesse dele... Até porque não tenho 100% de atenção para dar... Na minha vida multi, cheia de filhos, trabalho, amigos, cursos, aulas e interesses inclusive sobra pouco tempo e geralmente são eles que reclamam da minha pouca disponibilidade...
Portanto o cerne daquele pensamento persiste... Ainda acredito que quem trai está dizendo muito mais sobre si mesmo do que necessariamente sobre o relacionamento, ou sobre a outra pessoa. Não se trai porque o outro está chato, ou embarangou, ou se distanciou... Essas são explicações e justificativas, mas o motivo real, na minha opinião está dentro do (vou usar essa palavra terrível) traidor.
Mas por mais que tudo isso esteja claro pra mim, e eu seja relativamente calma sobre o assunto, quando chega a hora de vivenciar isso novamente, me dói...
É... e descubro que tenho mesmo e surpreendentemente essa dor dentro de mim... Cara, não é possível, isso deve ser atávico!! (risos)
Eu já fui traida (de infidelidade) algumas vezes na minha vida, dentro de namoros estabelecidos como (teoricamente) monogâmicos. Da forma que eu compreendo, não me senti menos amada por isso. Mas me senti abusada. É isso... traição para mim traduz amor abusivo... Nós tínhamos um trato e ele foi descumprido (e aí entra deslealdade...).
Abuso é um termo forte, né? E também é mais amplo... dá tema para outro texto inteirinho...
Sem falar que nesses tempos de internet, ainda tem um plus...O daquelas pessoas que fazem terrorismo com a traição... escrevem recados horrorosos acusando sem provas, colocando toda a acidez da qual se sentem justificadas por não serem escolhidas e se sentirem mal amadas...
Inclusive me lembro de um passado não tão distante assim, em que tive um relacionamento enrolado, onde ele não queria se comprometer comigo e eu estava completamente apaixonada.... Dessas paixões 'ruim com ele, pior sem ele', que eu espero nuncaaaa mais sentir na vida...
Pois ele começou a namorar outra menina, e continuou a sair comigo... quando descobri, mandei um desses torpedos terríveis (me envergonho disso) e me arrependi quase antes da mensagem chegar no destinatário...
É... podemos ser cruéis quando estamos descontrolados... E sentir-se não amado pode descontrolar qualquer um...
Mas, tudo isso fala muito mais de posse e apego do que de amor... E relacionamentos deveriam falar de amor, não? Se conseguíssemos sair do medo de perder e do achismo que o outro nos pertence (e realmente não pertence!) será que a traição seria tão ruim assim? Nesse caso, traição pode não ter peso nenhum... Todos esses significados e resignificados, podem evaporar, sumir, implodirem de pura falta de alimento...
Pra mim, não é a traição em si que atrapalha...o que realmente pesa é a falta de profundidade que vem junto com ela...As mentiras que geram conversas cada vez mais rasas, cheias de vazios do que não se pode falar... Fica-se tão ocupado com a variedade que nem se dá conta do quanto sobrou pouco para o relacionamento. É isso, fica-se dividido. E o relacionamento íntegro, que é o que eu mais gosto nesses convívios, vai pelo ralo... Fica cheio de buracos... De falta de clareza...
Esses buracos ocupam um espaço imenso. Essa não é minha escolha.
E assim, volto aos textos.... meio zonza de reflexões, mas inteira (ou íntegra, hehe)
Samanta
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Pra começar, esse é um termo usado tanto para infidelidade quanto para deslealdade, certo? (E qual dos dois você pensou primeiro?)
Eu achava que eu era uma mulher segura, resolvida, que não prestava muita atenção nesses atos, que não me afetava... Costumava pensar que se a pessoa trai, é muito mais um problema dela do que meu. E que ficar obcecado com traição e se roer de ciumes era perda de tempo.
Continuo não me vendo como uma mulher insegura, possessiva e ciumenta. Gosto de atenção e carinho, mas não preciso ser o centro da vida de quem está comigo. Não preciso ter 100% da respiração dele, do interesse dele... Até porque não tenho 100% de atenção para dar... Na minha vida multi, cheia de filhos, trabalho, amigos, cursos, aulas e interesses inclusive sobra pouco tempo e geralmente são eles que reclamam da minha pouca disponibilidade...
Portanto o cerne daquele pensamento persiste... Ainda acredito que quem trai está dizendo muito mais sobre si mesmo do que necessariamente sobre o relacionamento, ou sobre a outra pessoa. Não se trai porque o outro está chato, ou embarangou, ou se distanciou... Essas são explicações e justificativas, mas o motivo real, na minha opinião está dentro do (vou usar essa palavra terrível) traidor.
Mas por mais que tudo isso esteja claro pra mim, e eu seja relativamente calma sobre o assunto, quando chega a hora de vivenciar isso novamente, me dói...
É... e descubro que tenho mesmo e surpreendentemente essa dor dentro de mim... Cara, não é possível, isso deve ser atávico!! (risos)
Eu já fui traida (de infidelidade) algumas vezes na minha vida, dentro de namoros estabelecidos como (teoricamente) monogâmicos. Da forma que eu compreendo, não me senti menos amada por isso. Mas me senti abusada. É isso... traição para mim traduz amor abusivo... Nós tínhamos um trato e ele foi descumprido (e aí entra deslealdade...).
Abuso é um termo forte, né? E também é mais amplo... dá tema para outro texto inteirinho...
Sem falar que nesses tempos de internet, ainda tem um plus...O daquelas pessoas que fazem terrorismo com a traição... escrevem recados horrorosos acusando sem provas, colocando toda a acidez da qual se sentem justificadas por não serem escolhidas e se sentirem mal amadas...
Inclusive me lembro de um passado não tão distante assim, em que tive um relacionamento enrolado, onde ele não queria se comprometer comigo e eu estava completamente apaixonada.... Dessas paixões 'ruim com ele, pior sem ele', que eu espero nuncaaaa mais sentir na vida...
Pois ele começou a namorar outra menina, e continuou a sair comigo... quando descobri, mandei um desses torpedos terríveis (me envergonho disso) e me arrependi quase antes da mensagem chegar no destinatário...
É... podemos ser cruéis quando estamos descontrolados... E sentir-se não amado pode descontrolar qualquer um...
Mas, tudo isso fala muito mais de posse e apego do que de amor... E relacionamentos deveriam falar de amor, não? Se conseguíssemos sair do medo de perder e do achismo que o outro nos pertence (e realmente não pertence!) será que a traição seria tão ruim assim? Nesse caso, traição pode não ter peso nenhum... Todos esses significados e resignificados, podem evaporar, sumir, implodirem de pura falta de alimento...
Pra mim, não é a traição em si que atrapalha...o que realmente pesa é a falta de profundidade que vem junto com ela...As mentiras que geram conversas cada vez mais rasas, cheias de vazios do que não se pode falar... Fica-se tão ocupado com a variedade que nem se dá conta do quanto sobrou pouco para o relacionamento. É isso, fica-se dividido. E o relacionamento íntegro, que é o que eu mais gosto nesses convívios, vai pelo ralo... Fica cheio de buracos... De falta de clareza...
Esses buracos ocupam um espaço imenso. Essa não é minha escolha.
E assim, volto aos textos.... meio zonza de reflexões, mas inteira (ou íntegra, hehe)
Samanta
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terça-feira, 26 de agosto de 2014
Cenas do cotidiano...
Conversando com minha filha enquanto trocava de roupa pós banho:
-POis é... Quando eu crescer, eu vou adotar uma criança...
-Mesmo filha? Que bacana! Acho adoção uma coisa bem bonita!
-É, e além disso quando a gente tem filho de barriga, as tetas depois ficam caídas, né?
:p
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quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Reflexão
foto by Léo Recski
Um tempo atrás (tempão), descobri o prazer de trocar ideias com outros blogueiros. Em especial com dois deles, ambos homens, que foram minha inspiração para meu próprio blog. Eu comentava os textos de ambos, eles comentavam os meus, tudo muito bacana, cordial, sensível e literario. Inspirador mesmo, ao menos para mim. Me permiti inclusive, depois de um certo tempo, como é do meu modo natural de ser, brincar com eles.
Um dia desse mesmo tempo, de repente minhas visualizações de página passaram de uma média entre 0 e 15 por dia para mais de 100... Isso durou uns 10 dias... Sempre variando entre 100 e 130 visualizações...
Fiquei surpresa e exultante!! Uau, vou virar escritora!! (risos)
E então, lá pelo décimo dia, quando abri o blog, vi 3 comentários aguardando moderação... Um era de um dos 'amigos' blogueiros dizendo que eu estava muito enganada, que eu havia entendido tudo errado e que era pra eu deletar os meus comentários do meu próprio blog (os que eu escrevia respondendo os deles, como respondo os de todos que escrevem....). Não entendi absolutamente nada... Então fui ler os outros dois comentários.... Eram da namorada dessa pessoa, e aí entendi.
O quanto podem ser neuróticas as relações humanas, não? Essa moça me xingava, dizendo que meus textos eram indecentes, que eu com a idade que tinha deveria ter vergonha de escrever assim, que eu estava descaradamente dando em cima do namorado dela, e que era pra eu deixar o guri dela em paz.
E com certeza era de fato um 'guri', porque homem nenhum se curvaria pra coisas assim...(ok, ok, desculpem o veneno, foi mais forte que eu!! hehe). Percebi que as mais de 100 visualizações, eram todas dela! Ela devia ficar vigiando meu blog a cada minuto! (e lá se foi meu sonho de fama....kkk)
Estava me lembrando disso porque agora que estou em um relacionamento realmente bacana, me pego às vezes com ciumes (e isso é quase inédito pra mim). Hoje compreendo um pouco mais a 'guria'... Se damos espaço pra uma coisa dessas, ela realmente cresce e vira monstro... Viramos reféns de nossas próprias fantasias malditas...
E se não damos um basta, qualquer relacionamento vira uma tortura... Nessas horas agradeço imeeeensamente cada ano dos meus 44, que me permitem conhecer os dentes afiados das minhas sombras um pouco mais. E entendo o quanto tudo o que me dói é meu, e não do outro. Surto só por uns minutinhos e sem consequências graves, pois me tranco no meu quarto (lógico, sem telefone e internet por perto) e só saio quando passa!! rssss
Fico me perguntando se Vinicius teria conseguido ser Vinicius se tivesse um relacionamento neurótico e vivesse nos tempos da internet...
E vamu que vamu!
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terça-feira, 5 de agosto de 2014
Mini cena...
Ontem, indo levar minha filha para a escola, li errado uma pixação... E achando engraçado, falei em voz alta no carro
'Sou linda'...
Minha filha fazendo uma de suas caretas impagáveis me questionou:
'hã? Mãe, quequeiiiisso??!'
'É um mantra Tita!'
'O que quer dizer mantra?'
'É uma coisa que a gente fica repetindo, repetindo, repetindo pra ver se vira verdade', eu disse, repetindo 'sou linda' muitas vezes, brincando...
'Mas tu não precisas disso... tu já és linda!'
(pausa para ficar emocionada)...'oinnnn, mesmo, filha?'
'É!'
'Tu precisas é de uma mantra pra emagrecer!!'
kkkkkkkkkkk
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'Sou linda'...
Minha filha fazendo uma de suas caretas impagáveis me questionou:
'hã? Mãe, quequeiiiisso??!'
'É um mantra Tita!'
'O que quer dizer mantra?'
'É uma coisa que a gente fica repetindo, repetindo, repetindo pra ver se vira verdade', eu disse, repetindo 'sou linda' muitas vezes, brincando...
'Mas tu não precisas disso... tu já és linda!'
(pausa para ficar emocionada)...'oinnnn, mesmo, filha?'
'É!'
'Tu precisas é de uma mantra pra emagrecer!!'
kkkkkkkkkkk
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